Estamos vivendo um momento de grande visibilidade para o design: termos como Design Thinking, Design Sprint, UX, CX estão se popularizando e ganhando força dentro de empresas de todo e qualquer setor.

E mesmo que o mercado ainda não tenha tanta clareza sobre o papel do designer (e isso é assunto para um próximo papo!), eu vejo que estamos avançando rapidamente rumo a uma cultura de design, onde todos os stakeholders compartilham um mindset comum, focado no usuário/cliente (e por que não no ser humano?) e na sua experiência.

Mas as coisas nem sempre foram assim…

Quando a dti digital crafters surgiu, 8 anos atrás, ela era primordialmente uma empresa de desenvolvimento de softwares customizados. Havia entretanto uma diferença chave entre ela e os demais players do mercado: desde sua fundação o seu DNA é ágil.

Tanto na cultura como na metodologia de desenvolvimento, os fundadores acreditam em uma fórmula de geração de valor em ciclos curtos, de forma incremental.Errando e aprendendo rápido.

Buscando novos recursos para guiar os clientes através da transformação digital, em um determinado momento a dti percebeu no design o diferencial que faltava.

A diferença era evidente

Quando havia o envolvimento de um designer no projeto, o resultado era muito mais aderente às necessidades dos usuários e a resistência na utilização do produto era minimizada. E então foi aí que o setor de design da dti surgiu.

Como é natural no surgimento de um novo setor ou processo, enfrentamos (e estamos enfrentando!) diversos desafios. Fazendo uma análise em retrospectiva desde o início do setor lá em 2015, fica muito claro que nós passamos por vários estágios de maturidade.

Inicialmente a principal atribuição dos designers era essencialmente operacional. Nós planejávamos e desenhávamos o fluxo de navegação e as interfaces gráficas dos sistemas, de acordo com as especificações do cliente. O resultado do nosso trabalho era então passado para o time de desenvolvimento que dava vida às nossas criações.

Entretanto, não demorou muito para percebermos que o design tinha muito mais potencial e poderia fazer a diferença lá no início do projeto. Nós passamos a atuar como facilitadores na concepção de novas soluções e produtos, em direta colaboração com o cliente e os usuários, transformando necessidades reais em funcionalidades do sistema!

Foi aqui que começamos a utilizar amplamente a metodologia do Design Sprint e outras ferramentas de Design Thinking como recursos fundamentais no nosso processo.

Hoje em dia estamos em um novo momento, que para mim, é fantástico.

O design mindset passou a não ser uma exclusividade de uma área e começou a se espalhar para toda a empresa

Sócios, gerentes de projeto, desenvolvedores, todos compartilham do mesmo objetivo de criar experiências inovadoras e relevantes, com foco total no usuário.

Com o crescimento do setor nós nos deparamos com novos desafios, como a estruturação dos papéis dentro da equipe e a criação de um DesignOPs. Mas o fato é que já aprendemos bastante até aqui.

Medium dti design

Nesse contexto, surgiu a ideia de criarmos um canal da equipe de design da dti, para compartilharmos com a comunidade as nossas experiências, onde erramos e onde acertamos. Nosso blog exclusivo no Medium!

Iremos escrever tanto sobre nossos processos internos quanto sobre o que vivenciamos em cada projeto, lá e aqui no blog da dti. Esperamos ajudar de alguma forma outros times que estão surgindo e fomentar a discussão sobre o papel e a valorização do design!


Meu nome é Yasmim Fonseca e eu sou Design Lead na dti digital crafters.
Nós ajudamos empresas de diversos setores a criarem produtos e experiências inovadoras para os seus clientes, utilizando o poder do design thinking + metodologias ágeis.